S.O.S. em Defesa
dos Animais trata-se de uma ONG , a fim de fortalecer a conscientização
social e ecológica e ambiental em prol da Fauna Brasileira
e da biodiversidade do meio ambiente em que vivem. Os animais representam
um grande percentual das camadas da cadeia produtiva do ecossistema
do homem. Divulgar seus direitos, respeitá-los, criar ferramentas
de proteção contra a sua extinção, contra
abusos e mau trato é dever dos homens. Ações
que promovam estas iniciativas e integrem outras é estar
cumprindo mais uma parte de seu dever enquanto cidadão.
Outro destaque da ONG é o movimento de sensibilização
“Leve um Amigo para Casa”, o qual serve de incentivo
para estimular a adoção de um animal por cada cidadão.
Toda renda de doações é revertida a instituições
de abrigos e a protetores de animais. A fim de garantir a continuidade
no desenvolvimento das discussões pontuadas, temos também
o grande projeto de criação do 1º SANTUÁRIO
ECOLÓGICO, na cidade do Rio de Janeiro.
A humanidade caminha para mudança de valores. Atualmente,
a iniciativa privada e os governos federais, estaduais e municipais
unem forças em busca de soluções para os problemas
culturais, sociais (saúde e habitação), educacionais
e ambientais, e neste último encontra-se a proteção
aos animais e seus direitos mais elementares.
"O grau de civilização
de uma sociedade pode ser medido pela forma como trata seus animais"
(Mahatma Gandhi)
Em 1978 ficaram expressas na Declaração dos Direitos
dos Animais, referendada pela Unesco e pela ONU, as iniciativas
apontadas como obrigação para qualquer sociedade civilizada,
implicando inclusive na abertura e ampliação de debates
para discutir, refletir e encontrar caminhos alternativos e inteligentes.
Para citar um exemplo, existem caminhos que podem ser traçados
em defesa das cobaias: propostas para praticar cirurgia microvascular,
substituição por outros recursos técnicos,
como culturas celulares in vitro, modelos computadorizados, simuladores
e placenta humana. Trata-se de um movimento mundial que vem ganhando
força e visibilidade na mídia, incomodando cientistas
e organizações, oficiais e oficiosas, com fins lucrativos
abusivos. A sociedade, junto com as ONGs antiviveccionistas - nome
complicado dado àqueles que são contra operações
feitas em animais vivos para estudos fisiológicos, hoje estendido
a todos que se opõem à experimentação
animal, adotam atitudes e posicionamentos capazes de transformarem
um cenário.
"Nós lutamos contra essa ciência
ultrapassada, que ainda faz uso de animais em suas pesquisas, o
que leva a resultados pouco confiáveis".
(Sheila Moura, presidente da ONG Fala Bicho/RJ)
As leis existem no Brasil mas não estão
sob uma jurisdição exclusiva para o assunto, impossibilitando
um avanço dinâmico e eficaz capaz de transformar a
crueldade e os maus-tratos de animais, em crime. Entre outras deficiências
que justificam a iniciativa do referido projeto, está a falta
de divulgação e esclarecimento sobre o assunto, a
poluição ambiental e o desmatamento.
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Discutir, divulgar e implantar projetos nesta
área, é um compromisso que norteia as ações
da ONG S.O.S. em Defesa dos Animais:
- Criar Santuários Ecológicos onde possam ficar
recolhidos todos os animais necessitados (urbanos e silvestres),
mantendo-os salvos;
- Lutar para extinguir o comércio ilegal de animais urbanos
e silvestres em feiras livres;
- Lutar para extinguir todos os tipos de rinhas (animais treinados
para exercitar a raiva em disputas por dinheiro);
- Viabilizar o controle do crescimento dos animais de rua;
- Criar leis na qual o cidadão possa adquirir um animal,
passando a ser responsável pelo mesmo, responsabilizando-se
pela sua qualidade de vida, alimentação adequada,
medicação, vacinas, proteção e carinho,
honrando e respeitando o compromisso sem se desfazer do mesmo
até o final de sua vida;
- Criar leis impedindo o uso de equipamentos e acessórios
que venham ferir ou prejudicar os animais, como por exemplo, ferraduras
inadequadas nos cavalos usados para puxar carroças, assim
como carroças mais leves, de alumínio, para diminuir
o peso durante o transporte;
- Proibir o mau trato dos animais expostos em festas e eventos
como Rodeios, Farras do Boi, etc.;
- Acrescentar em caráter obrigatório, junto ao
MEC, no currículo escolar, a disciplina Preservação
Ambiental;
- Colocar em pauta a questão do reflorestamento urbano
e de encostas;
- Implantar em todos os asilos, orfanatos e em reformatórios
públicos, o processo de laborterapia, vinculado à
jardinagem, paisagismo e agricultura de subsistência;
- Criar Leis de Incentivos Fiscais para que empresas privadas
possam patrocinar projetos tendo como benefício o abatimento
nos impostos municipais, estaduais e federais;
- Criar, no Estado do Rio de Janeiro, como vitrine, Centrais
de Atendimento e Apoio para registro de denúncias crimes
contra animais urbanos e silvestres bem como as ações
necessárias para incriminar os infratores;
- Criar lei obrigatória de uso de identificação
do animal;
- Acabar com a atrocidade no qual são submetidos os animais
nas experiências de laboratórios, como cobaias indefesas.
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